Contextualizando o Evangelho
“Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.” (I Coríntios 9.22)
A disseminação do Evangelho e a salvação dos perdidos, hoje, são urgentes. Não que algum dia isso tenha sido menos importante, mas a rapidez e a gravidade dos acontecimentos que anunciam a proximidade da volta do Senhor Jesus Cristo, todos comprovados pela Bíblia, fazem a pregação do Evangelho ser ainda mais urgente do que sempre foi.
Alguns investem no evangelismo enviando missionários a países distantes, sustentando-os. Outros promovem conferências que ressaltam a importância do trabalho missionário e da obra de evangelismo. São estratégias honrosas, eficazes e que geram frutos para o Reino. Porém, muitas pessoas ainda vivem sob uma realidade distorcida e que pouco frutifica: a idéia de que o evangelismo é obrigação apenas de um departamento específico da igreja, de um grupo reduzido de pessoas que não se encaixou em nenhum outro departamento, de alguém “com chamado” para isso, de um ministério com maior projeção ou reconhecimento.
Quando a igreja se acomoda em cima do trabalho dessas poucas pessoas, o engano do “fiz a minha parte” toma lugar nas mentes. A maior parte da igreja permanece presa dentro das quatro paredes do templo, contentes com os resultados atingidos dentro de seus limites. Os que cuidam das crianças, adolescentes e jovens preocupam-se somente com suas crianças, adolescentes e jovens; os que cuidam da música, somente do período de louvor dos cultos; os que cuidam das finanças, somente se preocupam em investir na própria igreja; os intercessores oram apenas por assuntos internos. É claro que Deus atende às orações, mas uma igreja que assim procede está confinada em seus objetivos individualistas, colhendo frutos de uma horta plantada em ambiente fechado e centrada em sua própria realidade, alheia ao que acontece no mundo.
É tempo de ampliar fronteiras, de sair dos limites do templo, de caminhar segundo os dons visando à conquista dos perdidos para Cristo. Deus não capacita seus filhos para que esses permaneçam em ambientes fechados. O “Ide” é para todos, não para uns poucos “chamados”. É hora de os músicos ganharem outros músicos para Cristo, de jovens ganharem outros jovens, de crianças falarem do amor de Cristo a outras crianças; de intercessores gerarem VIDAS em oração em vez de gastarem todo o seu tempo orando somente por membros. É tempo de os que possuem recursos começarem a investir no Reino, financiando a preparação de outros líderes, implantando igrejas, implementando a obra. Chegou a hora de a Igreja perceber que os perdidos não estão somente em países remotos, mas na casa, na sala, na mesa ao lado.
Advogados, usem seus conhecimentos para defender a causa de Deus! Médicos, tratem não somente do físico, mas ofereçam transformação para o espírito e cura para a alma! Empresários, invistam no Reino! Não há lugar onde a presença de Deus não possa ser manifesta. Assim como Paulo, cada membro do corpo de Cristo deve ter a consciência de um Evangelho plenamente aplicável a qualquer realidade. O próprio Jesus esteve com pobres, pecadores e excluídos da sociedade, mas também com fariseus, publicanos, homens de negócios, militares. Sejamos canais para a transformação da realidade, para o estabelecimento do Reino de Deus na Terra. Isso não para poucos; é para todos.

Aleluia!!!!
Q Deus desperte a Sua noiva para o evangelismo…o IDE realmente é para todos..
abraços
Olá max eu participei do comgresso em Alta floresta vc não sabe o quanto deus ti usou o se cd seu trabalho a sua humildade vc é um
Homen de Deus . seja sempre luz meu irmão que Deus abençoe vc
sua familia fique com Deus…